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Secult lança livro sobre vida e obra de Sebastião Tapajós
01/09/2019

Secult lança livro sobre vida e obra de Sebastião Tapajós

O violonista Sebastião Tapajós tem vida e carreira retratada na obra “Violão Paraense”, lançada neste sábado (31) durante programação da 23ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes. A secretária de Cultura, Úrsula Vidal, participou do lançamento do livro, que está disposto em 166 páginas com texto, fotos e partituras das obras mais populares do músico. Aos 77 anos, Sebastião Tapajós também se prepara para lançar CD novo chamado “Encontro Amazônico”, com show marcado para o dia 4 de outubro no Teatro da Paz. Na Feira, o músico santareno foi homenageado com o concerto da Amazônia Jazz Band na noite de sexta-feira, 30. “Estou apaixonado por esta Orquestra e pelo trabalho do maestro Nelson Neves”, disse o músico, que também ficou muito feliz e surpreso com a qualidade do livro. “É muito bonito. Estou muito honrado com o carinho que estou recebendo”, completou.Reconhecido pelo público e aclamado pela crítica mundial, o santareno Sebastião Tapajós é um artista tímido e de poucas palavras. Ele confessa que reduziu o número de shows devido a problemas de saúde que limitaram seu desempenho físico. No entanto, ele segue sendo referência como mago do violão e até mesmo “lenda” da música paraense, como muitos preferem chamá-lo. “Eu fico muito honrado e até acho engraçado me chamarem de lenda da música”, brinca.O livro “Violão Paraense” foi produzido por Cássio Tavernad, com selo da Secult e edição da Imprensa Oficial do Estado (Ioepa) em riquíssima qualidade visual. Com texto, fotografias e partituras, a obra já pode ser considerada um dos grandes lançamentos da Ioepa. Segundo Jorge Panzera, presidente da Imprensa Oficial do Estado, a edição do livro foi resultado da parceria entre Secult e a Imprensa Oficial do Estado.Serviço:A 23ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes é uma ação do Governo do Pará por meio da Secretaria de Cultura (Secult) que segue até o fim do dia 01/09 no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. O evento está aberto para visitação entre 10h e 21h com entrada franca.Texto: Selma AmaralFotos: Mário Quadros

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Feira Pan-Amazônica: a mini-cidade da cultura, saber e representatividade
01/09/2019

Feira Pan-Amazônica: a mini-cidade da cultura, saber e representatividade

Feira Pan-amazônica: a mini-cidade da cultura, saber e representatividadeA 23º edição da Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes recebe público diário de trinta mil pessoas. É uma mini-cidade que oferece cultura, saber e diversidade cultural aos seus frequentadores. Segundo Junior Soares, diretor Cultural do evento, a Secretaria de Estado de Cultura (Secult), organizadora do evento, já comemora os feitos da programação e do novo formato que a Feira adotou em 2019, dando ênfase à cultura paraense de um modo geral. A comercialização dos livros também já bateu a meta, com algumas editoras finalizando o estoque. “Nossa avaliação é positiva, estamos quase finalizando o trabalho com grande sucesso”, disse o diretor da Secult.No penúltimo dia da Feira, o Hangar ficou pequeno pra tanta gente. Famílias, jovens, estudantes, servidores públicos, jornalistas, escritores, políticos e professores compõem o público da Feira. As professoras Yara Costa e Soraia Lima trouxeram as sobrinhas Pilar e Vitória para passear, comprar livros e curtir a programação. “Muito bom ver nossa cultura paraense sendo valorizada”, disseram.Os estudantes Isabela Monteiro e Orlando Oliveira curtiram o espaço “Beco dos Artistas” com toda sua irreverência e criatividade. “Gostamos muito também das palestras, de ver contempladas as vozes dos autores paraenses, muito legal a Feira”, destacaram. Para os escritores e jornalistas Alfredo Garcia e Paulo Roberto Ferreira, o novo formato da Feira com maior representatividade da cultura paraense é muito positivo. “Eu estou aqui no espaço da Imprensa Oficial do Estado, que foi aberto para o relançamento do meu livro. Então, isso é muito bom e produtivo”, disse Paulo Roberto, autor de “Encurralados na Ponte”. Para Alfredo Garcia, o formato e a oportunidade de valorizar a cultura paraense é sempre gratificante. “Que todas as vozes ganhem mais estandes a cada ano da feira”, disse o escritor que já participou de todas as edições da Feira do Livro.Serviço:A 23ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes é uma ação do Governo do Pará por meio da Secretaria de Cultura (Secult) que segue até o fim do dia 01/09 no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. O evento está aberto para visitação entre 10h e 21h com entrada franca.Texto: Selma AmaralFotos: Mário Quadros

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Secult realiza entrega de kits para ampliar acervo de bibliotecas comunitárias
01/09/2019

Secult realiza entrega de kits para ampliar acervo de bibliotecas comunitárias

A secretária de Estado de Cultura do Pará, Úrsula Vidal, entregou para representantes de bibliotecas comunitárias de Belém e Ananindeua 10 kits com livros para ampliar o acervo dessas bibliotecas. Ela entregou ainda um kit para a biblioteca da Seduc. A entrega aconteceu durante a mesa redonda “As Nascentes Alternativas da Amazônia: livro, leitura, literatura e bibliotecas”, que reuniu escritores, editores e representantes de bibliotecas em um debate no início da noite deste sábado, na arena Multivozes.“Esse é um momento muito importante dessa feira por onde já passaram tantas vozes. Hoje vemos vozes dos escritores brasileiros e sonhamos que um outro mundo é possível. É obrigação nossa valorizar essas vozes que estão pulsando forte entre nós”, disse a secretária ao fazer a entrega dos kits com livros para as bibliotecas comunitárias. Ela agradeceu a participação da Secretaria de Estado de Cultura (Seduc) na feira, destacando que foi lindo ver os estudantes da rede pública participando de saraus, teatros e arenas instalados na feira.O presidente da Imprensa Oficial do Estado, Jorge Panzera, também participou da entrega ao lado de Úrsula Vidal. “Paes Loureiro um dia disse que o livro é a felicidade encadernada e é isso que nós queremos promover aqui”, disse Panzera.Renato Saraiva, que coordena a biblioteca comunitária Rio de Letras, que recebeu um dos kits, disse que a biblioteca, localizada no conjunto Satélite, já tem dez anos e atende toda a comunidade do bairro. Serviço:A 23ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes é uma ação do Governo do Pará por meio da Secretaria de Cultura (Secult) que segue até o fim do dia 01/09 no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia. O evento está aberto para visitação entre 10h e 21h com entrada franca.Texto: Marta BrasilFotos: Mário Quadros

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Mesa redonda discute o acesso à leitura como direito humano
01/09/2019

Mesa redonda discute o acesso à leitura como direito humano

A leitura como um direito humano foi o fio condutor do debate na mesa redonda “As Nascentes Alternativas da Amazônia: livro, leitura, literatura e bilbiotecas”, que aconteceu na arena Multivozes no início da noite deste sábado, véspera do encerramento da 23ª Feira Pan-amazônica do Livro e das Multivozes.Mediada pela professora Joana Chagas, a mesa discutiu os espaços de leitura, empoderamento do livro e as bibliotecas como espaço de resistência.“As bibliotecas são espaços de resistência política e histórica contra a ignorância”, definiu o professor de história Raimundo Oliveira, do Espaço Cultural Nossa Biblioteca, do Guamá. A mais antiga biblioteca comunitária de Belém, o Espaço Cultural tem um acervo de 16 mil livros e atende à comunidade de um dos bairros mais violentos da cidade. “Na verdade, nós tínhamos que ter pelo menos 40 mil livros, porque nossa população é de 94.600 habitantes e estamos buscando essa ampliação”, disse Raimundo.A biblioteca do Guamá, junto com outras quatro bibliotecas comunitárias de Belém e Ananindeua e outros 24 espaços de leitura e bibliotecas comunitárias, integra a Rede de Bibliotecas Comunitárias Amazônia Literária, que funciona atendendo a comunidade da periferia de Belém e Ananindeua. Joana Chagas, junto com a escritora Rita Melém, é quem articula a rede que também faz parte da Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias.“Os livros são da família das nuvens e as bibliotecas deveriam ser declaradas como aeroportos”, disse Joana em uma alusão a um local de diversidade cultural. Representando os escritores, Telma Cunha, portadora de uma deficiência física, disse que a leitura lhe apresentou um mundo novo. “Até os 20 anos eu nem saía de casa, e posso dizer que estar neste mundo grande das palavras não tem preço”.O editor da Paka Tatu, Armando Alves Filho, disse que a leitura é libertadora e “manter o povo sem leitura, alienado, faz parte de um governo que quer o povo engessado”. Hamilton Oliveira, da biblioteca da UFPA, disse que a literatura é “desveladora de mundos, portadora de sentidos, semeadora de dúvidas e portadora de arte”. Ele disse que hoje os professores tem um desafio maior que é ensinar usando a maneira convencional. “É preciso ensinar a “habilidade de buscar a informação correta”.  Ao fechar o debate, Joana Chagas disse que todas as discussões da mesa redonda de hoje serão sistematizadas e incluídas em um seminário sobre bibliotecas que acontece em novembro, em Belém.  Serviço:A Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes é uma ação do Governo do Estado do Pará e segue até o dia 1º de setembro, quando as ‘Vozes Urbanas’ serão o destaque. O evento é gratuito e aberto ao público no horário de 10h às 21h. Texto: Marta BrasilFotos: Maycon Nunes

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Edyr Augusto compartilha olhar de escritor com o público da Arena Multivozes
01/09/2019

Edyr Augusto compartilha olhar de escritor com o público da Arena Multivozes

A Arena Multivozes, espaço da 23ª Feira Pan Amazônica do Livro e das Multivozes, ficou pequena diante de toda a carga literária e histórica que o Escritor e Jornalista paraense, Edyr Proença compartilhou no Encontro Literário deste sábado (31).Observações e histórias cotidianas que inspiram obras como “Psica” e “Os Éguas” entraram na discussão do autor com público. A estigmatização dos autores paraenses também foi assunto da conversa.“O escritor tem que escrever sobre aquilo que ele vê e sobre a terra em que ele pisa. Eu escrevo sobre Belém seja em poesia, crônica ou romance. Todas se passam em Belém que é a minha razão, o lugar onde eu estou. Eu escrevo sobre o que me cerca, as pessoas que convivo, que vejo na rua, com quem eu falo e acho que deve ser assim”, contou o autor que utiliza elementos que o rodeiam para compor seus romances.Segundo Edyr, a realidade do escritor paraense é um cenário que está em processo de transformações positivas. “Essa realidade de desvalorização do escritor paraense vai começar a mudar com este trabalho da Secretaria de Cultura, que vai valorizar os livros antigos e autores atuais de uma maneira que se constitua uma estrutura que antes não existia”, destaca.Ao final, antes de iniciar a noite de autógrafos de suas obras, ele deixa um recado para os novos escritores. “Escrever é muito fácil, por isso é tão difícil. É preciso escrever. Antes de pensar se isso vai dar certo ou errado, se vai vender ou não, faça bem a si próprio, ponha pra fora seu livro, escreva!”, finaliza. Serviço:A Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes é uma ação do Governo do Estado do Pará e segue até o dia 1º de setembro, quando as ‘Vozes Urbanas’ serão o destaque. O evento é gratuito e aberto ao público no horário de 10h às 21h. Texto: Gabriel MarquesFotos: Paulo Favacho

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Noite de autógrafos e lançamentos atraem público ao estande da Ioepa
01/09/2019

Noite de autógrafos e lançamentos atraem público ao estande da Ioepa

O jornalista e escritor Paulo Roberto Ferreira fez uma sessão de autógrafos neste sábado (31), ás 19h, no estande da Imprensa Oficial do Estado do Pará (Ioepa). Ele assinou exemplares do livro “Encurralados na Ponte: o Massacre dos Garimpeiros de Serra Pelada”, que aborda o episódio violento praticado pelas forças policiais do Estado do Pará contra os garimpeiros em 29 de dezembro de 1987 na ponte rodoferroviária de Marabá, por onde transita o minério de ferro da Vale.Segundo o jornalista, a publicação é fruto de inúmeras entrevistas e ampla pesquisa documental sobre o fato. E que traz à tona um episódio pouco lembrado e muitas vezes esquecido. “As pessoas se lembram do massacre de Eldorado de Carajás, que ocorreu nove anos depois, mas ninguém fala do massacre de Serra Pelada. Nosso objetivo é trazer uma informação que estava aí empurrada pra baixo do tapete da História, trazer à tona essas tragédias amazônicas que são empurradas para o esquecimento”, afirmou. Poetas populares lançam livros no estande da Imprensa OficialO lançamento conjunto de dois poetas populares, Apolo de Caratateua e Jetro Fagundes, movimentou o estande da Imprensa Oficial do Estado (Ioepa) no início da noite desta sexta-feira (31), na 23ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes, no Hangar, em Belém.Apolo fala sobre a ilha de Caratateua (Outeiro), distrito de Belém, “Gapuiando Sonhos na Ilha de Caratateua” e Jetro Fagundes - farinheiro e poeta – que apresentou a obra “Heróis do País da Cabanagem”, na qual resgata a memória da cabanagem por meio da trajetória dos principais líderes cabanos como Eduardo Angelim e Batista Campos, e de outros personagens da história paraense recente como Quintino Lira, João Batista e Paulo Fonteles. “Gapuiando Sonhos na Ilha de Caratateua”, do poeta cordelista Apolo Barros foi impresso pela primeira vez em 2015, e “Heróis do País da Cabanagem”, de Jetro Fagundes foram relançados este ano pela editora pública da Ioepa.Serviço:A Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes é uma ação do Governo do Estado do Pará e segue até o dia 1º de setembro, quando as ‘Vozes Urbanas’ serão o destaque. O evento é gratuito e aberto ao público no horário de 10h às 21h. (ASCOM Ioepa)

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Roda de Conversa promove diálogos pela inclusão social dos autistas
01/09/2019

Roda de Conversa promove diálogos pela inclusão social dos autistas

A Arena Walcyr Monteiro recebeu neste sábado (31) a Roda de Conversa “Autismo: a Voz e a Vez da Inclusão”. No local, as pautas de inclusão e quebra de paradigmas sociais foram os principais pontos discutidos.A roda de conversa contou com a Pediatra Amira Figueiras, a Psicóloga Cláudia Nogueira, o ativista social das causas autistas Renan Fonseca e Nayara Barbalho representando a sociedade civil e o Grupo de Trabalho em Autismo.Para Amira Figueiras, os profissionais e as famílias precisam atentar para os principais sintomas do Transtorno do Espectro Autista. “Se o profissional de saúde está familiarizado com os sintomas do autismo não é difícil, porque uma criança com autismo demonstra os seguintes sinais: dificuldade para se comunicar, falta de interação social e movimentos repetitivos”, atenta.Claudia Nogueira destaca um ponto muito importante no diagnóstico de crianças com autismo: A participação da família. “A família precisa estar junto, pois eles estão no dia a dia dessa criança. No início, por dor e dificuldade de aceitação, essa família não consegue estar tão envolvida quanto deveria estar - está aí a importância do psicólogo e profissionais de apoio”, ressalta.Autista e ativista na causa, Renan Fonseca teve diagnóstico tardio do autismo mas conta que, com apoio e bons profissionais, é possível achar um caminho. “O diagnóstico é de extrema importância. Quando ocorre o diagnóstico, podemos saber a que ponto algo precisa ser tratado e com pessoas qualificadas e informadas por perto tudo se torna mais fácil”, conta.Para ele, algumas das barreiras enfrentadas pelos autistas no Brasil são o preconceito e a falta de informação. “São barreiras enfrentadas constantemente por muitos autistas. A questão do comportamento diferenciado acaba, de certa forma, incomodando e algumas pessoas têm esse preconceito”, explica.Serviço:A Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes é uma ação do Governo do Estado do Pará e segue até o dia 1º de setembro, quando as ‘Vozes Urbanas’ serão o destaque. O evento é gratuito e aberto ao público no horário de 10h às 21h.

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Poeta paraense Max Martins é homenageado com o espetáculo Marahu neste sábado (31)
01/09/2019

Poeta paraense Max Martins é homenageado com o espetáculo Marahu neste sábado (31)

Uma mistura de teatro, música e artes visuais. Foi o que a Companhia de Teatro Madalenas levou ao palco da Arena Walcyr Monteiro em uma releitura das poesias do paraense Max Martins, bastante influente do século XX.O espetáculo Marahu foca na obra do poeta, percorrendo todas as suas fases de uma maneira bastante acessível para diferentes públicos.“O espetáculo partiu de um desejo pessoal meu de levar toda poética da obra do Max para os palcos. Foi a maneira que eu encontrei de juntar todos os estilos literários dele. Desde 2016 estamos dando voz à obra do Max por meio desse espetáculo”, contou entusiasmado o ator e diretor geral da peça, Leonel Ferreira.A Cia. de Teatro Madalenas participa da Feira desde 2011, sempre com um espetáculo diferente e de acordo com a temática do ano.Diferente das outras apresentações que aconteceram na arena Walcyr Monteiro, o espetáculo Marahu foi voltado para o público adulto, principalmente para os amantes de poesia.“Eu sempre li muitas poesias, mas confesso que não conhecia muitas obras de autores do nosso estado. Esse espetáculo me abriu esse novo horizonte, me apresentou a obra do Max Martins, um paraense que passeou por diferente estilos. Foi muito bom”, disse o espectador Eduardo Martins.O espetáculo encerrou a programação da arena Walcyr Monteiro nesse sábado (31). O dia foi de homenagens às Vozes do Autor Paraense na 23ª Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes.Serviço:A Feira Pan-Amazônica do Livro e das Multivozes é uma ação do Governo do Estado do Pará e segue até o dia 1º de setembro, quando as ‘Vozes Urbanas’ serão o destaque. O evento é gratuito e aberto ao público no horário de 10h às 21h. Texto: Bianca BuenanoFotos: Ricardo Amanajás

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